A LOJA PARNAMIRIM N º 9 informa programação de Junho /2012
* 14/06/2012 - INICIAÇÃO
* 16/06/2012 - FESTA DE SÃO JOÃO
* 28/06/2012 - EXALTAÇÃO
Contamos com a presença dos IIr.´.
Assuntos pertinentes as atividades maçônicas da loja Parnamirim N.09, informativos gerais, lazer, recreações, encontros, seminários e aniversários.
quinta-feira, 17 de maio de 2012
domingo, 29 de abril de 2012
DIA DAS MÃES DA PARNAMIRIM N.9
Comemoração do dia das Mães da nossa loja será no Camarão do Engenho, na estrada BR 101. Promete ser um dia agradável. Mais informações postaremos logo.
MORAL DA HISTÓRIA
Um individuo estava a colocar flores no tumulo de um familiar e vê um chinês colocando um prato de arroz na lápide ao lado. Virou-se para o chinês e pergunta-lhe: Desculpe, mas o senhor acha que o defunto vai comer arroz?
- sim, assim que o seu vier cheirar as rosas !!!
MORAL DA HISTÓRIA:
Respeite as ações dos outros em qualquer aspecto, é das maiores virtudes que um ser humano pode ter. As pessoas são diferentes, agem e pensam de forma diversa. Portanto não julgue... tente apenas compreender, Liberdade, Igualdade e Fraternidade.
- sim, assim que o seu vier cheirar as rosas !!!
MORAL DA HISTÓRIA:
Respeite as ações dos outros em qualquer aspecto, é das maiores virtudes que um ser humano pode ter. As pessoas são diferentes, agem e pensam de forma diversa. Portanto não julgue... tente apenas compreender, Liberdade, Igualdade e Fraternidade.
Dez Maneiras de Enlouquecer um Venerável
1. Não Freqüente as reuniões, mas quando for, procure algo para reclamar;
2. Se comparecer à reunião, encontre falhas nos trabalhos de quem está lutando pela boa administração da Loja;
3. Nunca aceite uma incumbência. Lembre-se de que é mais fácil criticar do que realizar;
4. Se a administração pedir sua opinião sobre um assunto importante, responda que não tem nada a dizer e depois espalhe como deviam ser as coisas;
5. Não faça mais do que absolutamente o necessário, porém quando o Venerável e sua administração estiverem trabalhando com boa vontade e com interesse para que tudo corra bem, afirme que sua Loja está sendo dominada por uma “panelinha”;
6. Não preste atenção na Leitura do Balaústre e muito menos na convocação da Chancelaria, afirme que não interessa o que se passou na reunião e que não recebeu o comunicado do chanceler;
7. Se for convidado para qualquer cargo, recuse alegando falta de tempo e depois critique com afirmações do tipo “esta turma quer é ficar para sempre nos cargos”;
8. Quando tiver divergências com um membro, procure vingar-se da Loja, distribua cartas com acusações pesadas contra tudo e contra todos;
9. Cobre, insista para a realização de reuniões extras, trabalhos, palestras e ritualística impecável. E quando for convocado não compareça;
10. Após toda esta colaboração espontânea, quando cessarem as benfeitorias, os comunicados e todas as atividades, enfim, quando a Loja estiver arrasada, estufe o peito e afirme com orgulho: “eu não disse?”.
ACÁCIA
Á arvore denominada Acácia é o símbolo do eterno, do imutável.
Não se modifica e nem se transforma; suas folhas estão sempre verdes em qualquer estação do ano e por isso simboliza o que vive eternamente jovem, eternamente novo e eternamente puro.
As folhas da Acácia se inclinam durante a noite, como se não pudesse viver na obscuridade do erro, e se erguem, á medida que o Astro Sol avança.
Essa propriedade que possui as folhas da Acácia é o símbolo do espírito humano que chora entre as sombras da ignorância e se reveste de uma elevação majestosa, ávida de luz, ao nascer o sol da civilização. O pensamento humano é igual á Acácia sempre novo.
Nossa esperança está sempre verde e nossa fé na justiça é sempre incorruptível.
Seja entre os homens, franco sem rudez, superior sem orgulho, humilde sem baixeza, firme sem obstinação, severo sem ser inflexível e submisso sem ser servil.
Escuta sempre a voz da tua consciência com o espirito esclarecido para liberdade, igualdade e fraternidade.
Um T\ F\ A\
(recebido por email do Ir.´.M.´.I.´.Francisco Gilberto de Andrade)
INFLUÊNCIAS JUDÁICAS NA MAÇONARIA
Meus IIr.´.
Não temos fatos concretos a respeito dos primórdios ou de quando surgiu a nossa ordem. Suscita A Maçonaria Primitiva, ou "Pré-Maçonaria", é o período que abrange todo o conhecimento herdado do passado mais remoto da humanidade até o advento da Maçonaria Operativa. Há quem busque nas primeiras civilizações a origem iniciática. Outras buscam no ocultismo, na magia e nas crendices primitivas a origem do sistema filosóficos e doutrinário. Tantas são as controvérsias, que surgiram variadas correntes dentro da maçonaria. A origem mais aceita, segundo a maioria dos historiadores, é que a Maçonaria Moderna descende dos antigos construtores de igrejas e catedrais, corporações formadas sob a influência da Igreja na Idade Média
Não temos fatos concretos a respeito dos primórdios ou de quando surgiu a nossa ordem. Suscita A Maçonaria Primitiva, ou "Pré-Maçonaria", é o período que abrange todo o conhecimento herdado do passado mais remoto da humanidade até o advento da Maçonaria Operativa. Há quem busque nas primeiras civilizações a origem iniciática. Outras buscam no ocultismo, na magia e nas crendices primitivas a origem do sistema filosóficos e doutrinário. Tantas são as controvérsias, que surgiram variadas correntes dentro da maçonaria. A origem mais aceita, segundo a maioria dos historiadores, é que a Maçonaria Moderna descende dos antigos construtores de igrejas e catedrais, corporações formadas sob a influência da Igreja na Idade Média
É evidente que a falta de documentos e registros dignos de crédito, envolve a maçonaria numa penumbra histórica, suscitam-se vertentes sobre os primórdios de sua existência. Há suposições afirmando que ela teve início na Mesopotâmia, outras confundem os movimentos religiosos do Egito e dos Caldeus como sendo trabalhos maçônicos. Há escritores que afirmam ser o Templo de Salomão o berço da Maçonaria. Partindo desta última, as coincidências judaico-maçônicas são muito fortes, pois muito se tem de igual no que tange a uma sinagoga e um templo maçônico. A forma de andar em Loja, as colunas, o tetragrama ( composto de palavras hebráicas) , O livro da lei no Altar dos juramentos que em uma sinagoga é a TEBÁH ( altar onde se lê a TORAH), o trono de salomão (onde estão guardadas as escrituras ), os degraus para se chegar ao trono de salomão também existe em uma sinagoga ( para se aproximar da arca sagrada), ou seja, muito da história e das particularidades da Maçonaria estão interligadas a algumas particularidades do Judaísmo. Coincidência ou não, vale a pena o estudo.
Jacob Isaac Serruya
M.´.M.´. obreiro da Loja Parnamirim Nº 9
HUZZÉ !
Não há registros de quando se começou a usar “Huzzé” nas Lojas, mas remonta à Maçonaria Operativa.
Ao contrário do que afirma um dos maiores escritores maçônicos brasileiros, Rizzardo da Camino, Huzzé não é uma palavra hebraica, e muito menos significa "Acácia". Na verdade, "acácia" em hebraico seria "shittah".
O termo Huzzé parece vir do árabe, e significa “Viva”, tendo sido um dos tantos termos incorporados pelos europeus como consequência da dominação e ocupação árabe na Europa, que durou quase 800 anos (711 a 1492) . É adotado em substituição ao termo latino “Vivat” e ao que foi tão utilizado na monarquia francesa “Vive”. O termo Huzzé entrou para o vocabulário inglês com o escrito “HUZZAH” e seu significado nos dicionários da língua inglesa é “aclamação medieval equivalente a Viva!”. Trata-se de uma tríplice aclamação de alegria: “Huzzé, huzzé, huzzé!” significa o mesmo que “Viva, viva, viva!”. Uma das variações derivada da tríplice aclamação Huzzé ficou popularizada como “Hip Hip Hurrah”, usado em aniversários e jogos, com o mesmo sentido original “Viva, viva, viva!”.
Há ainda a teoria de Jack Weatherford de que Huzzé derivou-se da palavra mongol "Hurree", que significa "Aleluia". Já de acordo com Jean Paul Rox, a origem é turca. Os turcos usavam nas guerras, quando atacavam seus adversários: "Ur Ah!".
A tríplice aclamação de Viva era oficialmente utilizada quando da coroação de um novo Rei, tanto na França quanto na Inglaterra.
Ao que tudo indica, o escrito "Huzzé" nos rituais de língua portuguesa surgiu para garantir a correta pronúncia do termo. Em Loja do REAA, a tríplice aclamação é usada como forma de render graças ao GADU, e por isso é realizada logo após a abertura e o fechamento do Livro da Lei. A tríplice aclamação também ocorre no Rito Moderno, no Adoniramita e no Brasileiro, como herança da influência do REAA nos mesmos. Porém, a tríplice aclamação nesses ritos varia para “Liberdade, Igualdade, Fraternidade!” no Rito Moderno, “Vivat, Vivat, Vivat!” no Adoniramita e “Glória, Glória, Glória!” no Rito Brasileiro.
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